Eita frio
As últimas das últimas
Em tempo. Com toda essa chuva de bombas caindo sobre as cabeças de libaneses e israelenses, vale a pena assistir ao filme Paradise Now. Ele já deve estar nas melhores locadoras. Trata-se de um dia na vida de dois homens (muçulmanos) que foram destinados “por Deus” a uma missão suicida. No decorrer do filme, todas as teorias sobre o certo e o errado. Sobre a validade ou não de ser um homem-bomba. Dar-se ou não continuidade a essa batalha-sangrenta-religiosa-política-econômica que já se alastra há séculos são discutidas
Depois de assistir à película, a impressão que se fica é que, tirando um professor de história especializado no assunto, ninguém mais sabe por quê da briga. Quando começou? E principalmente, quem começou? São perguntas que surgem.
Há muito tempo essa história carece de razão. E enquanto ninguém pára para pensar a respeito, vidas vão se estilhaçando.
A recente investida de Israel, por exemplo, até onde sei, começou após o seqüestro de dois soldados israelense pelo Hezbollah (??). Desconsidere o fato de ninguém acreditar que dois soldadinhos de chumbo, é motivo suficiente para sair por ai estourando cabeças alheias (pois há todo tipo de nacionalidade, onde explodem os mísseis judaicos). Lembre-se que depois de três semanas de intensos bombardeiros esses ‘heróis israelenses’ já morreram como retaliação libanesa. E é aqui que se incide a questão inicial dessa modesta reflexão. A maneira como os fatos se sucedem faz parecer que as tropas israelenses já não sabem por quê atiram.
Acho que se você perguntar a um daqueles milicos do baixo escalão do exército israelense, que estão lá, todo dia, dentro daqueles tanques:
- Ei porque atiras nos libaneses?
- Ordens.
- De quem?
- Do priemeiro-ministro.
- E qual o motivo que ele alega?
Bum!!! Nessa hora você é atingido por uma bela bala de canhão.
Não quero saber, nem estou discutindo, certos ou errados, para não aparecerem árabes e judeus querendo me matar aqui. Só acho que há muito parou-se de pensar em por um verdadeiro fim da questão. Ou seja, há gente ganhando com isso. Quem? Não sei. Não sou eu, nem são os pobres que estão dormindo em bunkers. Mas, que todos os motivos e argumentos apresentados nos últimos tempos são chulos disso não se pairam dúvidas.
E nosso capitão chega ao comando da seleção. Não vou opinar como os milhões de gatos-mestres do SporTV sobre seu futuro desempenho. Como ele nunca treinou nada é impossível saber. Apesar de ser da tese de que não é preciso ser o maior expert para treinar a seleção brasileira, que só tem craque. Difícil é treinar Honduras.
Sobre a escolha de Dunga só acho uma coisa: panela é a panela e ninguém mexe. Se os supracitados Luxa, Felipão, Leão ou Autuori não foram anunciados foi porque ou não aceitaram ou não quiseram dividir o bolo com Seu Texeira. Ai coloca um mamulengo na velha estirpe Gagalo-Parreira-Roberto Carlos-Cafu...
Pode ser que funcione, espero, mas para quebrar essa panela... haja queda.
O FRAmengo já foi, que o CUrintias também e mais três pontinhos com o Arruda lotado. Tremei Raposa
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Atrasou-se, mas veio. E chegou botando quente, ou melhor, frio. Eita frente fria, fria da porra.

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